If Beale Street Could Talk
This review contains spoilers
Diante a violência dos policiais, há de se questionar em qual a legalidade que eles usam para executar as ações contra as pessoas pretas se pautando exclusivamente em dedução ou achismo, sem falar que a farda mostra um poder quase que fascista de quem poderá prender, matar e nunca será julgado, uma triste realidade mas muito presente em um país que se construiu em papéis estabelecidos, não são todos mas 75,1% são brancos, e é claro que seria mais complicado ter uma igualdade determinada por todos, além de muitos assuntos pendentes no país, a narrativa deste filme não é de jeito nenhum usar discursos para lacrar, e sim para conscientizar sobre uma problemática que continua a acontecer, vemos vários casos nos EUA que a brutalidade é grande, claro que não devemos ser leviamos e sim entender que alguns podem ser culpados, só que vejo Se A Rua Beale Falasse um caso de um final nada feliz, já que termina com a família visitando o pai na prisão.
O caso: vivendo em Memphis na rua Beale, já se começa muito cedo o drama, que é a gravidez precoce que surge de um amor verdadeiro, aos poucos tudo se assenta, no entanto há um perigo a espreita, já que lá é preciso efetuar prisões por mês, acaba acontecendo alguns erros, e isso é feito em demanda sem preocupar com consequências, analiso que o policial funciona como um parasita que observa em um olhar panóptico, que deseja ser visto e vai logo avisando, realmente há um tremor em sua presença, os passos são observados e não tem como fugir disso.
A sensação do filme é entrar e sentir na pele o que acontece em certos bairros, e se compadecer com o outro já que a polícia que precisa proteger acaba botando medo, de outro lado há uma denúncia de uma mulher que foi estrupada por um cara, e é evidente que ela carrega marcas de um trauma que vive nela, não querendo reviver esse momento nunca mais em sua vida, fica uma lacuna se quem foi era ele ou um outro cara, a investigação quase nem existe estando presente em apenas especulação, comovente e tão realista.
O caso: vivendo em Memphis na rua Beale, já se começa muito cedo o drama, que é a gravidez precoce que surge de um amor verdadeiro, aos poucos tudo se assenta, no entanto há um perigo a espreita, já que lá é preciso efetuar prisões por mês, acaba acontecendo alguns erros, e isso é feito em demanda sem preocupar com consequências, analiso que o policial funciona como um parasita que observa em um olhar panóptico, que deseja ser visto e vai logo avisando, realmente há um tremor em sua presença, os passos são observados e não tem como fugir disso.
A sensação do filme é entrar e sentir na pele o que acontece em certos bairros, e se compadecer com o outro já que a polícia que precisa proteger acaba botando medo, de outro lado há uma denúncia de uma mulher que foi estrupada por um cara, e é evidente que ela carrega marcas de um trauma que vive nela, não querendo reviver esse momento nunca mais em sua vida, fica uma lacuna se quem foi era ele ou um outro cara, a investigação quase nem existe estando presente em apenas especulação, comovente e tão realista.
Mini Review: A sensação do filme é entrar e sentir na pele o que acontece em certos bairros, e se compadecer com o outro já que a polícia que precisa proteger acaba botando medo, de outro lado há uma denúncia de uma mulher que foi estrupada por um cara, e é evidente que ela carrega marcas de um trauma que vive nela, não querendo reviver esse momento nunca mais em sua vida, fica uma lacuna se quem foi era ele ou um outro cara, a investigação quase nem existe estando presente em apenas especulação.
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