M
This review contains spoilers
Fritz Lang é um dos maiores diretores de todos os tempos, pois tinha uma preocupação com detalhes, o que tornava o filme mais interessante, alguns deles é o foco nas manchetes do jornal do desaparecimento das crianças, e a busca desse psicopata que tem sua própria marca o 'M' e um assobio único, e suas mães preocupadas em que paradeiro se encontraria seus filhos e filhas, e se achar o sequestrador definitivamente o queria punir, no entanto ele acha um modo de aparecer e maltratar as crianças, já que não está sob suspeita ele anda livremente observando para qual será sua nova vítima, engraçado que não mostra o que ele fez, e o final é agridoce sem um tipo de conclusão que esperamos, algo diferente que deixa ideias curiosas em nossa mente.
Hans Beckert (Peter Lorre) traz uma feição de perturbado, olhando de fora ele procura sua próxima presa, enlouquecendo por dentro ele se sente livre em fazer o que tiver vontade, enquanto não é pego aquilo lá para o predador é uma terra sem lei, tanto que policiais não conseguem pegar, e um grupo de pessoas se junta para fazer a própria justiça, engraçado uma cena que falam 'vamos pedir a ajuda da polícia' e a maioria ri, assim como ele que é julgado pela maioria da população, o que é o ápice do filme pois muitos esperaram por essa decisão, não acontecendo explicitamente esse filme alemão quebra a expectativa e só finaliza com as palavras de uma senhora, dando a entender que a impunidade ainda acontece prejudicando os injustiçados.
Uma reflexão fica ao assistir e ouvir o filme, que mesmo os piores dos criminosos tem uma defesa, mesmo comprovado e atestado alguns irão alegar 'doença mental' ou 'psicológico afetado' o que claro pode ser uma verdade, mas se faz uma crítica a uma lei que favorece opressores e deixam a margem os inocentes por só pedirem uma segurança ou uma paz, criando os seus filhos as mães clamam por seguir sua vida digna, por outro lado a marca 'M' diz ao contrário e cria um trauma que nunca esquecerão, mesmo assim é um dos filmes de investigação mais interessantes, em preto e branco ele surge da elegância e mistério misturado em uma das obras de arte do cinema.
Hans Beckert (Peter Lorre) traz uma feição de perturbado, olhando de fora ele procura sua próxima presa, enlouquecendo por dentro ele se sente livre em fazer o que tiver vontade, enquanto não é pego aquilo lá para o predador é uma terra sem lei, tanto que policiais não conseguem pegar, e um grupo de pessoas se junta para fazer a própria justiça, engraçado uma cena que falam 'vamos pedir a ajuda da polícia' e a maioria ri, assim como ele que é julgado pela maioria da população, o que é o ápice do filme pois muitos esperaram por essa decisão, não acontecendo explicitamente esse filme alemão quebra a expectativa e só finaliza com as palavras de uma senhora, dando a entender que a impunidade ainda acontece prejudicando os injustiçados.
Uma reflexão fica ao assistir e ouvir o filme, que mesmo os piores dos criminosos tem uma defesa, mesmo comprovado e atestado alguns irão alegar 'doença mental' ou 'psicológico afetado' o que claro pode ser uma verdade, mas se faz uma crítica a uma lei que favorece opressores e deixam a margem os inocentes por só pedirem uma segurança ou uma paz, criando os seus filhos as mães clamam por seguir sua vida digna, por outro lado a marca 'M' diz ao contrário e cria um trauma que nunca esquecerão, mesmo assim é um dos filmes de investigação mais interessantes, em preto e branco ele surge da elegância e mistério misturado em uma das obras de arte do cinema.
Mini Review: Assustador, e um retrato de uma época que a justiça gritava mas ninguém ouvia, o que seria a vida antes e depois de uma vida do julgamento das vítimas?
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