Moonlight
Há alguns momentos para nós que somos LGBTQIA+ que parece ser uma luta diária, de bullying, xingamentos, vemos que não há mais a o que correr, e guardamos isso até em anos e achei que Moonlight representou isso muito bem, uma história emocionante e como para ser aceito devemos fingir muitas vezes qualquer traço 'afeminado', embora não tenha um final feliz pré definido, dirigido e escrito por Barry Jenkins conseguiu dar uma rasteira em La La Land, quando teve um erro sobre o vencedor do Oscar em 2017.
Não apenas sobre um único tema, Moonlight mostra a realidade dos lugares mais pobres, mediante a sua mãe viciada em drogas o pequeno garoto carrega um trauma devido como teve que aguentar aquilo em sua adolescência, sua mãe que tinha um temperamento mais explosivo, algumas das cenas mostrava isso em um corte convincente da atriz Naomie Harris no papel de Paula, e Juan (Mahershala Ali) se esconde em sua própria casca que teve que se criar para se proteger do mundo, sem falar que virou um traficante de drogas, ele não tem muita emoção apenas um olhar sério.
O reencontro: Juan e Black (Trevante Rhodes) tem o seu simples reencontro que aconteceu depois de anos e isso é de uma maneira tocante, poderoso, superador, e também muito meigo pois se percebe que as situações da vida o separaram, em um instante aquele afeto volta com uma grande paixão e carinho que estavam escondidos e finalmente foram ligados.
Mini Review: Há alguns momentos para nós que somos LGBTQIA+ que parece ser uma luta diária, de bullying, xingamentos, vemos que não há mais a o que correr, e guardamos isso até em anos e achei que Moonlight representou isso muito bem, uma história emocionante e como para ser aceito devemos fingir muitas vezes qualquer traço 'afeminado', embora não tenha um final feliz pré definido, dirigido e escrito por Barry Jenkins conseguiu dar uma rasteira em La La Land, quando teve um erro sobre o vencedor do Oscar ...
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