Strangers on a Train
Sempre há um dominante e um dominado no relacionamento
Alfred Hitchcock é um grande diretor e isso sabemos, e acredito que sem querer ele usava histórias inacreditáveis, sendo suspense, realidade paralelas, e também o sentimento do ser humano, nessa narrativa ele dá a lição de nunca falar com estranhos duvidosos em qualquer lugar.
Como afirmei vejo essa história como Queer, e creio que nem foi a intenção dele, mas vemos um papel de um cara mais pacífico, que sempre tem medo ao seu lado, do outro um dominador que já tinha uma mente doentia, sem medo das represálias, e um acaba sendo dominado, é uma lei da natureza nessa história sobre crimes acontecendo na cidade.
Se é um casal ou não, fica da própria interpretação, mas a sugestão está por aí, embora essa representação seja bastante abusiva, o que interpretamos é que é muito complicado sair de uma relação que envolver dor e mágoa facilmente.
Vejo também a ansiedade do personagem que está na trama, Guy Haines (Farley Granger) e Bruno Antony (Robert Walker), criam um laço que é difícil de sair, vemos o nervosismo até no trabalho de Guy, um tenista, vemos a tensão dele em cada momento, o que Hitchcock faz questão de traduzir na tela para a gente.
Mini Review: Sempre há um dominante e um dominado no relacionamento
Alfred Hitchcock é um grande diretor e isso sabemos, e acredito que sem querer ele usava histórias inacreditáveis, sendo suspense, realidade paralelas, e também o sentimento do ser humano, nessa narrativa ele dá a lição de nunca falar com estranhos duvidosos em qualquer lugar.
Como afirmei vejo essa história como Queer, e creio que nem foi a intenção dele, mas vemos um papel de um cara mais pacífico, que sempre tem medo ao s...
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