The Platform
This review contains spoilers
Imagine estar no 1° andar com as comidas mais deliciosas, e estar acima de tudo, cego e só preocupações com você, um egoísmo crescendo e o de baixo que sobreviva dos restos que você joga, mas o buraco é bem mais embaixo em 200 andares, e a cada mês é trocado o seu lugar então nunca será vantagem.
Goreng e Trimagasi são companheiros de andar, de começo é estranho e pesado, algo de embrulhar estômago e nem os piores filmes de terror me deu essa sensação, e claro é muita nojeira mas também é consciente de vermos no fim das contas a realidade diante de nossos olhos, os bilionário não estão nem para quem está abaixo deles, e há de quem tiver o azar de estar no último nível sem ter nenhuma comida ou melhor o resto, a cada mês é trocado de nível de modo aleatório, é uma definição de capitalismo x comunismo que nenhum dos dois funcionou tão bem assim, ambos tendo mais defeitos do que qualidades, e quem diz ser bom é porque está em um nível privilegiado assim como no filme.
A panacota é a mensagem, e muitos reclamaram de não ter um final e o próprio diretor disse que o final está na imaginação de cada um, se é assim eu vejo a conclusão nisso no próprio filme quando o chef questiona porque o doce voltou, logo esperam que tudo seja consumido aí está a mensagem, além de que a criança nunca existiu está lá por mero detalhe, ela é a panacota pois se fosse uma pessoa não seria um signo ou ícone (estudantes de semiótica sabem), então achei incrível e muito inteligente, intragável assistir com o estômago embrulhado e demorei até muito para assistir mas que bom que vi no tempo certo.
Goreng e Trimagasi são companheiros de andar, de começo é estranho e pesado, algo de embrulhar estômago e nem os piores filmes de terror me deu essa sensação, e claro é muita nojeira mas também é consciente de vermos no fim das contas a realidade diante de nossos olhos, os bilionário não estão nem para quem está abaixo deles, e há de quem tiver o azar de estar no último nível sem ter nenhuma comida ou melhor o resto, a cada mês é trocado de nível de modo aleatório, é uma definição de capitalismo x comunismo que nenhum dos dois funcionou tão bem assim, ambos tendo mais defeitos do que qualidades, e quem diz ser bom é porque está em um nível privilegiado assim como no filme.
A panacota é a mensagem, e muitos reclamaram de não ter um final e o próprio diretor disse que o final está na imaginação de cada um, se é assim eu vejo a conclusão nisso no próprio filme quando o chef questiona porque o doce voltou, logo esperam que tudo seja consumido aí está a mensagem, além de que a criança nunca existiu está lá por mero detalhe, ela é a panacota pois se fosse uma pessoa não seria um signo ou ícone (estudantes de semiótica sabem), então achei incrível e muito inteligente, intragável assistir com o estômago embrulhado e demorei até muito para assistir mas que bom que vi no tempo certo.
Mini Review: O Poço na verdade é um filme que vi umas 10 vezes, bem possível, pois achei fascinante e a cada momento fica mais interessante, e posso ver mais detalhes, essa dinâmica ficou boa embora no segundo perca um pouco disso.
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glumpy_99
Certainly not a subtle platform for a savage take-down of trickle down – I’m not sure the screenplay really brings much new to the table for discussion, making its fairly obviou...
ikkegoemikke
Don’t speak to the people below. Why?
Because they’re down below.
The people above won’t answer you. Why?
Because they’re above.
Obviously!
“El Ho...
Because they’re down below.
The people above won’t answer you. Why?
Because they’re above.
Obviously!
“El Ho...
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